Frases que fazem nos sentir melhores quando faladas.
Frases generalista que não dizem nada.Lugar comum.
Desconheço sua(s) função(ões).
Mas aparentemente, elas nos engrandecem, nos amadurecem, nos fortifica.
Quem nunca disse:

- A sociedade tem que mudar. É o sistema.
OU
- Vivemos numa sociedade globalizada.
OU
simplesmente
- Eu te amo.
Mas, como vocês já sabem, não entendi nada. Quem me conhece, sabe das minhas dificuldades portuguesas. Mas a questão não era essa. Era mas complexa, ao menos para mim.
Traço apenas duas questões dessa complexidade.
Hoje tenho uma percepção diferente dessa frase. Não a trato mais como jargão.
Imagino que não seria esse Eu, Lucas, se não tivesse abstraído esse conceito. Se não tivesse feito perguntas. Se não tivesse acreditado.
Mesmo desconhecendo o seu sentido eu a vivi. E essa é a diferença que transformam idéias importantes em jargões de ultimo escalão.
A sociedade ter que mudar é a mais pura verdade. Mas se não acreditarmos, perguntarmos, vivermos.... nos enquadraremos nas ideologias de Cazuza,
Viver numa sociedade globalizada é um fato que se não acreditarmos, perguntarmos, vivermos.... estaremos procurando o lado escuro da lua.
Amar alguém e não acreditarmos, perguntarmos, vivermos não entenderemos o sentido de que nada é importante.
Porque tudo isso que escrevo pode parecer um imenso jargão, sem importância alguma, se não quisermos acreditar. Pois afinal de tudo Nada é importante mesmo, num é?.
Apenas releia-a novamente. Acredite!
OU
- Vivemos numa sociedade globalizada.
OU
simplesmente
- Eu te amo.
Não diferentes aos demais. Me agarrei a um desses jargões ainda na adolescência.
Mas no meu caso foi diferente. Porque realmente não conseguia entender nada do que aquelas miseras palavras queriam me dizer mesmo querendo.
Sim. Elas me consumiam diariamente. Estava mas do que claro.
Minha burrice aflorava. Chegava a ser cômico.
Algumas das vezes que escutava (que não foram poucas) meu irmão estava ao meu lado e sempre traçava um comentário extremamente anarco-filosófico. E eu sempre concordava como um animal domesticado com movimentos discretos dos olhos e cabeça.
Por muitas vezes usei essa frase. Me sentia bem. Ela me tornava melhor, mais seguro.
Mesmo sem entendê-la queria dizê-la em todos os momentos. Até nos mais impróprios possíveis.
Nessa época me achava o dono das ideias revolucionarias. O escolhido para fazer as mudanças. Conduzir as pessoas, convencê-las. (de fato, modéstia parte, me tornei bom nessa arte de convencer... -no devido momento entraremos nessa questão).
Fazia os programas mais loucos existentes na época. Lia os livros menos convencionais. Tudo para chocar as pessoas. Cabelo Pintado, Moicano, Grande..........
E nessa ebulição foi em que me vi diante dessa estúpida frase. Nas provocações durante a madrugada Abujamra, como num close, me olhou nos olhos e afirmou:
Naquele instante senti que era a "minha" frase. Mesmo muda. Era minha.Mas no meu caso foi diferente. Porque realmente não conseguia entender nada do que aquelas miseras palavras queriam me dizer mesmo querendo.
Sim. Elas me consumiam diariamente. Estava mas do que claro.
Minha burrice aflorava. Chegava a ser cômico.
Algumas das vezes que escutava (que não foram poucas) meu irmão estava ao meu lado e sempre traçava um comentário extremamente anarco-filosófico. E eu sempre concordava como um animal domesticado com movimentos discretos dos olhos e cabeça.
Por muitas vezes usei essa frase. Me sentia bem. Ela me tornava melhor, mais seguro.
Mesmo sem entendê-la queria dizê-la em todos os momentos. Até nos mais impróprios possíveis.
Nessa época me achava o dono das ideias revolucionarias. O escolhido para fazer as mudanças. Conduzir as pessoas, convencê-las. (de fato, modéstia parte, me tornei bom nessa arte de convencer... -no devido momento entraremos nessa questão).
Fazia os programas mais loucos existentes na época. Lia os livros menos convencionais. Tudo para chocar as pessoas. Cabelo Pintado, Moicano, Grande..........
E nessa ebulição foi em que me vi diante dessa estúpida frase. Nas provocações durante a madrugada Abujamra, como num close, me olhou nos olhos e afirmou:
Mas, como vocês já sabem, não entendi nada. Quem me conhece, sabe das minhas dificuldades portuguesas. Mas a questão não era essa. Era mas complexa, ao menos para mim.
Traço apenas duas questões dessa complexidade.
Em primeiro.O "nada" é que muito importante.
ou
Em segundo. Não existe "nada" importante.Hoje tenho uma percepção diferente dessa frase. Não a trato mais como jargão.
Imagino que não seria esse Eu, Lucas, se não tivesse abstraído esse conceito. Se não tivesse feito perguntas. Se não tivesse acreditado.
Mesmo desconhecendo o seu sentido eu a vivi. E essa é a diferença que transformam idéias importantes em jargões de ultimo escalão.
A sociedade ter que mudar é a mais pura verdade. Mas se não acreditarmos, perguntarmos, vivermos.... nos enquadraremos nas ideologias de Cazuza,
Viver numa sociedade globalizada é um fato que se não acreditarmos, perguntarmos, vivermos.... estaremos procurando o lado escuro da lua.
Amar alguém e não acreditarmos, perguntarmos, vivermos não entenderemos o sentido de que nada é importante.
Porque tudo isso que escrevo pode parecer um imenso jargão, sem importância alguma, se não quisermos acreditar. Pois afinal de tudo Nada é importante mesmo, num é?.
Amanhã será um novo dia.
Apenas releia-a novamente. Acredite!




Um comentário:
Meu irmão...concordo plenamente com o escrito! O blog tá massa velho...bem escrito e interessante.
Fica um abraço
Bile
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