Sempre me pergunto se queremos nos responder todas as perguntas que nos mesmos criamos.
Ou simplesmente fugimos delas como uma alternativa vulgar.
Não diferente a todos. Ontem me vi em frente a um desafio, que nos últimos tempos me consome loucamente.
Não sei ainda se quero responder, se não sei a resposta, ou não quero achar.
Mas a(s) questão(ões) que tomou conta das minhas idéias foi:
Ou simplesmente fugimos delas como uma alternativa vulgar.
Não diferente a todos. Ontem me vi em frente a um desafio, que nos últimos tempos me consome loucamente.
Não sei ainda se quero responder, se não sei a resposta, ou não quero achar.
Mas a(s) questão(ões) que tomou conta das minhas idéias foi:

Será que as "coisas" para terem sentido precisam ter um fim?
Será que "tudo" acha seu sentido quando chega ao fim?
Será que "tudo" acha seu sentido quando chega ao fim?
Normalmente não gosto dessas palavras destacadas. Sempre nos remetem a confusão e a contradições generalizadas.
Tenho argumentos muitos fortes para justificar que meus questionamentos não são uma pergunta e sim uma exclamação transformada em pergunta retórica do qual já sei a resposta. Como se quisesse me provocar.
Por exemplo a dor e a vida. Sabemos o seu significado porque tem um fim?? !!
A vida caminha ao lado da morte, não no seu sentido mas fugaz, mas sempre tentamos satisfazer nossos desejos e sonhos como medo de que não possamos mas fazê-los. Olhar para o que vivemos e não nos sentir completos.
Vivo(emos) intensamente o presente, planejando as ações futuras (para vive-las).
Será que posso afirmar que a Vida tem razão sem a Morte? ....
Então surgiu uma nova ideia em mim:
Tenho argumentos muitos fortes para justificar que meus questionamentos não são uma pergunta e sim uma exclamação transformada em pergunta retórica do qual já sei a resposta. Como se quisesse me provocar.
Por exemplo a dor e a vida. Sabemos o seu significado porque tem um fim?? !!
A vida caminha ao lado da morte, não no seu sentido mas fugaz, mas sempre tentamos satisfazer nossos desejos e sonhos como medo de que não possamos mas fazê-los. Olhar para o que vivemos e não nos sentir completos.
Vivo(emos) intensamente o presente, planejando as ações futuras (para vive-las).
Será que posso afirmar que a Vida tem razão sem a Morte? ....
Então surgiu uma nova ideia em mim:
O que é preciso ter fim para ter sentido?
Das minhas poucas leituras em vida, só agora pude percebe o quão certo Stephen Jay Gould está. Ele me faz perceber que basta nos mudarmos a pergunta que podermos achar uma resposta, ou seja, as vezes o problema está em nossa pergunta.
Acredito que refiz a pergunta pensando em Amar.
Será que só sabemos o que amamos quando o amor acaba?
Só acredito que o Amor não precisa de Ódio para ter sentido.
E não sei se precisa de fim para entende-lo, pois quem tentar enteder o sentido do amor já não está mais amando.
você sabe o que ama?
Não fico preocupado com está questão.
Apenas amo!
Só saberemos nos responder quando nossa vida tiver sentido.
Acredito que refiz a pergunta pensando em Amar.
Será que só sabemos o que amamos quando o amor acaba?
Só acredito que o Amor não precisa de Ódio para ter sentido.
E não sei se precisa de fim para entende-lo, pois quem tentar enteder o sentido do amor já não está mais amando.
você sabe o que ama?
Não fico preocupado com está questão.
Apenas amo!
Só saberemos nos responder quando nossa vida tiver sentido.
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