Mas somos cercados por clichês dinâmicos.
Diários. Inevitáveis
Fazem parte de nossas vidas.
Nossas vidas dinâmicas.
Cotidiano.
Já pensaram no que sempre...
escutamos,
falamos,
cheiramos,
sentimos
...
Não acham estranho ?
Uma sensação incomoda de Déjà vu diário ...
Quando a mente está demasiadamente ocupada, eu, Lucas, permaneço "estaticamente parado" com a "dinamicidade das repetições" diárias.
Perplexo. Em estafa temporalmente mental. (- Talvez um mecanismo interno meu, Lucas, para desocupar a mente e me preocupar com o nada)
Não querendo ser nulista e tão pouco niilista, mas o que discutirei não tem muita importância, são só palavras e não mudarão a forma que vemos nossas vidas.
É apenas a meu ponto, sem critica e "sem clichês"
São as três formas do cotidiano atuar na vida.
- Clichês em massa.
- Clichês familiares.
- Clichês pessoais.
*Clichês em massa
Mas a pergunta não é, porque a formiga não procura outra árvore para viver.
A pergunta talvez seja, será que ela sabe que exista outra árvore?
Ou para que a formiga precisa de outra árvore? Num daria no mesmo ?
Em 2008 veremos, escutaremos, ... as "mesmas" "coisas" que vimos, escutamos em 2007. Como um tronco principal.
O Carnaval, seguido do São João, da semana santa... O interessante é que assim que acaba o Carnaval sempre existe alguém para dizer - que o próximo ano me aguarde, ou tu vai passar o São João aonde ? (as vezes isso acontece mesmo antes de acabar o Carnaval).
Veremos as "mesmas" noticias, escutaremos as "mesmas" musicas, iremos aos "mesmo" locais que sempre vamos, falaremos com as "mesmas" pessoas as "mesmas" coisas de sempre.
Nunca repararam, então assistam as próximas noticias, por exemplo, as dos Carnaval, e compare com as de 2007. Falarão sobre o Galo, as ladeiras de Olinda, As escolas de samba... Mas não serão "coisas" inéditas. Serão as "mesmas" "coisa" com um outro ponto de vista. Vão se sentir no Déjà vu.
Bem vindo ao cotidiano.
E o que fazemos de diferente não conta ?
São os novos galhos. O novo. O diferente do mesmo. A fuga do clichê.
Mas em certos momentos até o novo se repete, pois o que fazemos para fugir do clichê e fortificar um galho novo, é o que sempre fazemos.
Talvez o grande ponto que diferencie um ordinário de um extraordinário seja a capacidade do extraordinário perceber os clichês e não cair nas armadilhas do cotidiano dinâmico, e viver lutando para ter uma vida diariamente diferentemente.
Mas talvez uma pessoa extraordinária, signifique uma pessoa duplamente ordinária que esquece a simplicidade do cotidiano, dos clichês matinais e não possui a capacidade de viver a vida porque está sempre lutando contra ela.


Um comentário:
Muito bom... melhor q todos editoriais q ja li... tu eh genial!
Postar um comentário